domingo, 13 de dezembro de 2009

Formalidades...















Esse espaço iniciado meio que por acaso numa viagem sem objetivo pela rede, provavelmente vai ser constituído basicamente por escritos meus, ou qualquer outra coisa que eu considere interessante e caiba no contexto.
Me chamo Carlos César, tenho então 21 anos, e pratico o hábito da leitura e por consequência da escrita. Tenho por influência entre contos, poemas e cronicas alguns escritores como:
Machado de Assis, Fernando Pessoa, Florbela Espanca, Álvares De Azevedo, Henry James, Edgar Allan Poe, Fiodor Dostoiévski, Franz Kafka...
Também gosto de expressar opiniões e também ouvi-las, sobre livros dos mais diversificados estilos, afinal, é quase sempre assim que nos interessamos por qualquer coisa.
Criticas são bem vindas, da mesma forma que expresso quaisquer opiniões também sou receptivo.
E ficamos assim então, embora provavelmente bem pouco visitado há de ser esse espaço, pois não pretendo divulgar, e sim satisfazer minha vontade súbita em ter um blog qualquer um aqui em bem vindo, assim como amigos também.
Vai aí uma postagem de um texto qualquer, espero que gostem:

Céu de Prata

Céu, em pedaços paralelos,

Em ondas abstratas...

Segue os olhos quem puder

E vê desenhos quem sonhos têm.

Carrega consigo o poder de entender

O que apenas se sente, com alma solta que vaga por tempos.



Desenho meus dias num quadro azul céu,

Pintura de uma infância,

Retrato da angustia,

Esboço da perda.

Que é esse tal céu?



Traz-me dor sem tocar,

Verte-me lágrimas sem se importar.

De belo és feio

De feio nada tens.



Por sonhos que sonhei

Contigo conversei meu céu,

Disse-me baixo com voz de trovão,

Que a vida é o embalo dos sonhos nas mãos.



Sábio céu cinzento,

Em dias de sol se faz colorido

Em dias de chuva descansa teu brilho,

Teu brilho que ofusca o triste cantar

De alguém que perdeu, e aos céus vem chorar

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